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Pequenas notícias que anunciam grandes mudanças

Mar 18, 2016
2 min read

Updated: Sep 20, 2018

por Vera Rocha


De um ano para cá circularam nos sites e nas redes sociais pequenas notícias que isoladamente poderiam passar despercebidas, mas que com a repetição deram um certo protagonismo aos envolvidos: uma garota americana de 11 anos desenvolveu uma caneca especial para pessoas com mal de Parkison, um jovem espanhol de 9 anos ganhou o prêmio jovem do concurso anual Wildlife Photographer Of The Year e uma brasileira de 17 anos criou “isopor” biodegradável a partir da cana-de-açúcar.


O que motivou essas crianças e jovens? A curiosidade. O que possibilitou os resultados? A combinação do talento com as ferramentas necessárias para a realização dos seus projetos.


Ah, estamos frente a uma geração diferenciada? Não. Sempre fomos diferenciados nos nossos talentos e interesses mas, vivemos, hoje, uma época onde se pode fazer, realizar, muito jovem. Mais do que uma precocidade ou genialidade, de uns e de outros, vivemos a época da oportunidade.


Jovens do séc XXI, nativos digitais e orientados para a resolução de problemas. A combinação que amplia horizontes e coloca em cheque o nosso modelo educacional.

Começo de ano, lista de material, livros ou apostilas, livros paradidáticos, provas e simulados, uniforme. Bem, algumas escolas até aboliram uniformes, mas não abriram mão de uniformizar seus estudantes. Simplificações que facilitam a rotina escolar e a comparação entre os pares. Cenário que tira o encanto do aprender e estigmatiza quem não concorda em transformar-se num reprodutor de conteúdos.


O discurso do aprender a aprender sabotado pelo aprender a repetir. Crianças e jovens que nascidos na era Tecnológica, permanecem na sala de aula inquietos ou imovéis, enquanto seus pensamentos se dispersam ou aceleram impregnados da realidade virtual de jogos, canais de vídeos, aplicativos, blogs…


Afinal, a escola é a antesala da universidade e essa o caminho para a profissão, você também pode pegar o atalho do curso técnico… E, então, depois desse período probatório, poderá alçar voo solo. Mas, a tecnologia amigável e disponível permite que criem, construam, pesquisem e pulem etapas!


E em tempos de reforma curricular deve-se perguntar o porquê de compactuar com um ensino engessado, formatado em conteúdos e na repetição a exaustão.

Por que não cobramos da escola sua transformação em um modelo que dê espaço para a autonomia e a criatividade?

142 Comments


What draws my attention to using digital tools in vocational learning is the possibility of making an unfamiliar subject feel closer to everyday life. Digital resources are most useful when they help students practise a recognisable workplace task. It also gives the phrase digital vocational education a clearer meaning than a label on its own. I am still thinking through the details, and a small example would help me picture how this works in practice. Which activities benefit from an online tool and which still need hands-on practice?

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Considering making online counselling easier to approach, I keep coming back to the difference between knowing about an idea and putting it into practice. Knowing how a first conversation works can reduce uncertainty about asking for support. It gives me a more concrete starting point for thinking about online counselling information. A short discussion of an everyday example would make this easier for me to connect with, especially as someone still learning about the subject. What practical information should be available before someone books an online session?

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I can see why making personal safety education age appropriate would invite discussion, since different people will bring different experiences to the same question. Clear language about boundaries makes an awkward subject easier to discuss respectfully. It also gives the phrase personal safety education a clearer meaning than a label on its own. I am more curious about the process than a polished result, because the steps in between are usually where questions appear. How can lessons about personal safety remain understandable at different ages?

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casey94178
2 days ago

The subject of learning through imaginative preschool play feels more interesting when there is room for a reader to stop and ask their own questions. Inventing a story together gives children room to experiment with language and ideas. It gives me a more concrete starting point for thinking about imaginative preschool play. I can imagine different answers depending on the situation, so I would want to understand the context before drawing conclusions. How can adults support imaginative play without deciding every detail?

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danielwhite567
2 days ago

My first thought about building better everyday study habits is that the everyday experience deserves as much attention as the larger explanation. Small routines can help students begin work even when motivation is low. I would keep that thought nearby when looking for ideas about student study habits. I would be interested in a simple example, because it is often the ordinary details that make an idea memorable. What makes a study routine realistic enough to maintain throughout a school term?

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